Os vírus eletrônicos surgiram bem antes da Internet ― registros teóricos de programas capazes de se autorreplicar remontam a meados do século passado, quando os computadores, então chamados de “cérebros eletrônicos”, ainda eram grandes (e caríssimos) mainframes, ocupavam salas inteiras e tinham menos poder de processamento que uma calculadora de R$ 10 ―, embora só passassem a ser conhecidas como “vírus” no final dos anos 1980.

No alvorecer da computação pessoal, a maioria dos programinhas maliciosos não passava de “brincadeiras” de nerds (ou geeks, ou ainda hackers) que se divertiam assustando as pessoas com mensagens e sons engraçados ou obscenos. Mas a criatividade humana não tem limites, sobretudo para o mal, e não demorou para que essas pragas começassem a apagar arquivos, sobrescrever os dados no disco rígido, impedir a execução de aplicativos, e por aí vai. CONTINUE LENDO EM https://fernandomelis.blogspot.com.br/2018/01/sobre-pragas-digitais-e-como-se-proteger.html