CCleaner, da Piriform, e o Advanced System Care, da IOBit, são extremamente populares entre usuários de PC que se preocupam com a saúde e a performance do Windows, embora eu não abra mão do excelente Glary Utilities e considere o Windows Registry Cleaner imbatível na limpeza e compactação do Registro do sistema. Detalhá-los, porém, seria chover no molhado; pois basta inserir as palavras chave adequadas na caixa de pesquisas do Blog e teclar Enter para acessar dezenas de remissões a esses programinhas.

Observação: A suíte da Piriform teve o código modificado por crackers, e mais de 2 milhões de internautas instalaram ou atualizaram o aplicativo para a versão adulterada (5.33.6162). A versão 5.34 já está disponível para download e, segundo a CISCO, livre do código malicioso.

Para quem está em dúvida entre o CCleaner e ASC, sugiro ficar com os dois. Ambos são muito bons, e o fato de oferecerem recursos e funções que não estão presentes no “concorrente” torna-os, de certa maneira, “complementares”. E como ambos são oferecidos em versão freeware (gratuita), é possível testá-los antes de escolher qual se deseja manter e se vale a pena pagar pela licença, que amplia a gama de recursos e funções dos aplicativos (voltarei a essa questão mais adiante).

A proposta dessas duas excelentes suítes é resgatar o despenho do Windows, que se deteriora com o passar do tempo e o uso normal do computador. De maneira geral, ambas cumprem o que prometem, mas enquanto o ASC integra um respeitável leque de ferramentas (28 ao todo), somente o CCleaner permite apagar, de maneira seletiva, os pontos de restauração antigos (que, se mantidos indefinidamente, acabam comprometendo um bocado de espaço no HD). É certo que o próprio Windows inclui um comando para gerenciar esses pontos, mas não permite escolher o que se deseja apagar ― ou seja, ele apaga tudo, a não ser o ponto mais recente, que é preservado por segurança.

É certo que poucos usuários de suítes de manutenção vão além do arroz com feijão. A maioria se limita a executar a limpeza do disco (exclusão de arquivos temporários, cookies, pastas vazias, etc.) e do Registro do Windows (exclusão de chaves inválidas, referências a programas desinstalados, etc.), e acabam “subutilizando” esses verdadeiros “canivetes suíços”.

Como dito alhures, ambas as suítes são oferecias tanto na modalidade shareware (paga) quanto freeware (gratuita), e ainda que as respectivas licenças ampliem a gama de recursos, as versões gratuitas são mais que suficientes para a maioria dos usuários “comuns”.

Continuamos na próxima postagem.