As funções precípuas do sistema operacional são gerenciar o hardware do computador, disponibilizar uma interface de usuário e servir de plataforma para os demais aplicativos. Mesmo que a Microsoft tenha abastecido Windows com aplicativos “nativos” para as mais diversas funções, é comum precisarmos instalar softwares de terceiros para executar uma gama ainda maior de tarefas.

Com a popularização da banda larga, os aplicativos migraram das lojas “físicas”, onde eram vendidos em mídias, para o universo dos downloads online. Mas não é porque temos acesso a uma miríade de programinhas em versões Trial, Demo e Freeware (todas gratuitas, mas com propósitos distintos, como se pode conferir aqui) que devemos entupir a máquina com penduricalhos de utilidade duvidosa.

Eliminar o entulho pré-instalado e excluir os apps que nós mesmos instalamos ― e que perderam a utilidade (se é que um dia a tiveram) ― é fundamental, mas, como nada é perfeito, a desinstalação costuma deixar restos que, mais hora, menos hora, acabam prejudicando o desempenho e a estabilidade do sistema. Sem mencionar que a maioria dos apps nativos do Windows não traz desinstalador nem figura na lista de programas passíveis de remoção ― aquela que a gente acessa via Iniciar > Configurações > Aplicativos > Aplicativos e recursos). 

Para descobrir como contornar esse obstáculo CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2017/12/como-remover-apps-nativos-do-windows-10.html