No post anterior, eu disse que a reinstalação do Windows costuma ser a melhor maneira de solucionar toda sorte de problemas de software no computador, mas salientei que, por ser uma medida extrema, ela deve ser aplicada somente quando e se todas as demais tentativas falharem.

Diante de anormalidades como lentidão, mensagens de erro, telas azuis e assemelhadas ― que não sejam decorrentes de problemas de hardware ―, os principais suspeitos, depois dos malwares, são a fragmentação excessiva dos dados gravados no disco rígido, o consumo exagerado de memória por alguns aplicativos, o excesso de programas que pegam carona na inicialização do sistema operacional, a existência de aplicativos conflitantes entre si, os famigerados erros no Registro, o acúmulo de arquivos desnecessários e as instabilidade dos drivers.

Felizmente, a maioria desses probleminhas é fácil de resolver. Mais fácil ainda quando se dispõe de uma boa suíte de manutenção ― o Windows traz alguns utilitários nativos, mas eles atuam somente em nível do HDD, excluindo arquivos desnecessários, corrigindo erros lógicos e desfragmentando arquivos; no mínimo, seria desejável que a Microsoft incluísse um otimizador do Registro (a “espinha dorsal” do sistema). Por outro lado ― e aí já não é culpa da Microsoft ―, usuários leigos e iniciantes não têm conhecimento da existência dessas ferramentas ― e quando têm não sabem utilizá-las adequadamente.

Pensando nisso, este humilde escriba já publicou centenas de postagens focando a manutenção preventivo-corretiva do computador ― para conferir, basta inserir os termos-chave correspondentes no campo de buscas do Blog (no canto superior esquerdo da página) e clicar no ícone da pequena lupa.

Enquanto você faz isso, eu vou preparando a continuação desta matéria.