Drives sólidos (SSD na sigla em inglês) ainda não aposentaram as unidades eletromecânicas devido ao alto custo de fabricação.

Como não têm motor, pratos, braços, cabeças de leitura/gravação ou qualquer outra parte móvel, eles tendem a ser menores, mais leves, rápidos e resistentes (a impactos) que os HDDs, mas modelos de alta capacidade ainda são restritos a notebooks top de linha (e preços estratosféricos); em PCs de configuração intermediária, o que se vê são SSDs de capacidade modesta ou modelos híbridos ― unidade eletromecânicas com fartura de espaço combinadas com uma determinada quantidade de memória flash.

Em desfavor da “nova tecnologia”, pode-se citar o número limitado de gravações suportadas pelas células de memória ― a leitura não tem efeitos deletérios sobre o dispositivo, daí a gente recomendar instalar o sistema e os apps mais utilizados no SSD e manter no HDD todos os demais arquivos, especialmente os de multimídia. CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2017/11/hddssd-memoria-de-massa-do-pc-final.html