Conforme a gente cria, edita e deleta arquivos, instala e remove aplicativos e executa determinados procedimentos de manutenção, abrem-se lacunas ao longo das trilhas do HDD (detalhes no capítulo 4), e o Windows tenta preencher esse espaço conforme grava novos arquivos ― que nem sempre cabem integralmente, e aí são fracionados e distribuídos os pelos clusters livres que forem encontrados ao longo das trilhas (se você não sabia o que, no âmbito da informática, é chamado de FRAGMENTAÇÃO DE ARQUIVOS, agora já sabe).

O fato é que essa solução funciona bem quando a máquina é nova e o HDD está vazio, mas o uso normal do computador torna os arquivos tão “fragmentados” que, na hora de carregá-los na memória RAM, as cabeças magnéticas do drive atuam como se montassem um grande quebra-cabeça, já que os “pedaços” do arquivo podem estar no final da trilha, em outra trilha, em outra face do disco ou até mesmo em outro disco. E quanto maior for o índice de fragmentação, mais tempo o sistema levará para remontar os arquivos, daí porque desfragmentar o HDD regularmente restaura (em parte) o desempenho original do computador. CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2017/11/hddssd-memoria-de-massa-do-pc-parte-7.html