Sem prejuízo das opções de ferramentas de segurança sugeridas na postagem anterior, o Windows Defender pode ser uma alternativa interessante para quem não quer ou não pode arcar com o custo de uma suíte “Internet Security” comercial.

A Microsoft nunca foi lá muito feliz em relação a aplicativos de segurança, mas o Defender evolui ao longo do tempo e a versão que equipa o Windows 10, mesmo não oferecendo a diversidade de configurações e recursos encontrados nas boas suítes de segurança de varejo, cumpre sua função de maneira mais que satisfatória ― combinada com o Windows Firewall, é sopa no mel para quem não quer montar seu próprio arsenal de defesa combinando itens gratuitos de diversos fabricantes. Até porque os recursos nativos do Windows já vêm instalados e não geram despesas adicionais. CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2018/01/pragas-digitais-como-se-proteger-parte-3.html