Ninguém abre um anexo de email ou segue um link clicável se a maracutaia é evidente, mas a história é outra quando oferta parece irrecusável. Cientes disso, os cibercriminosos se valem da engenharia social para explorar a inocência, a ingenuidade, a confiança ou a cobiça das pessoas.

Dos serviços baseados na internet, o correio eletrônico é o mais popular ― todo internauta tem, pelo menos, um endereço de email. Portanto, tome muito cuidado com mensagens que transportam anexos ou exibem links clicáveis, mesmo se o remetente lhe parecer confiável ― emails de phishing scam costumam exibir nomes de pessoas ou empresas “acima de qualquer suspeita”, ou mesmo de órgãos governamentais “intimidadores”, como Receita Federal, Justiça Eleitoral, SERASA etc., visando ludibriar as vítimas e tirar proveito dos dados pessoais/confidenciais que elas informam (notadamente senhas bancárias e números de cartões de crédito).

Outro recurso largamente utilizado é o spyware ― software programado para espionar os hábitos de navegação da vítima e colher dados os estelionatários digitais usma em suas maracutaias... CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2018/01/pragas-digitais-como-se-proteger-parte-8.html