Prosseguindo de onde paramos no post anterior, a “vacina” aplicada pelo Panda USB and AutoRunVaccine evita a proliferação de pragas inibindo o autorun.inf. Em outras palavras, se você plugar um pendrive numa máquina infectada e depois conectá-lo ao seu PC, um malware que tenha infectado o dispositivo não será capaz de se auto executar. Isso não garante 100% de segurança, mas é melhor pingar do que secar ― afinal, 100% de segurança no âmbito da TI é conversa mole para boi dormir.

Outra ferramenta digna de menção é o ClevX DriveSecurity, da ESET (fabricante do festejado NOD32), que atua a partir do próprio pendrive ou HD USB. Para experimentar, basta fazer o download, transferir os arquivos de instalação para o dispositivo externo (que já deve estar plugado na portinha USB), comandar a instalação e seguir as instruções até o final do processo. Depois, é só executar o programinha, abrir o menu de configuração (no canto superior direito da janela), alterar o idioma para Português e clicar na lupa para dar início à varredura. O software é pago (custa cerca de R$ 15), mas o fabricante permite avalia-lo gratuitamente por 30 dias.

Suítes de segurança como AVASTAVGNORTON etc. também costumam checar pendrives. Para isso... CONTINUE LENDO EM http://fernandomelis.blogspot.com.br/2018/02/proteja-seu-pendrive-contra-pragas_5.html